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Planejamento de resposta ao zika vírus: orientação provisória para administradores de distritos e escolas no território contíguo dos Estados Unidos e no Havaí

Este site é atualizado com frequência, no entanto, alguns conteúdos podem ser exibidos em inglês até que sejam traduzidos.

Sumário

O que já se sabe sobre este tópico?

O zika vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos da espécie Aedes. O zika vírus não é transmitido diretamente de uma pessoa para outra por contato casual. Não há evidência de que o risco de transmissão em propriedades escolares será maior do que em outras áreas da comunidade local.

O que é acrescentado por este relatório?

Se ocorrer suspeita ou confirmação de infecção por zika vírus em um aluno ou membro da equipe, as escolas devem continuar a priorizar estratégias para prevenir picadas de mosquitos em suas dependências a fim de evitar transmissão adicional por mosquitos infectados. Como o zika vírus não é transmitido de uma pessoa a outra por contato casual, não é necessário emitir uma notificação à escola toda, e alunos ou membros da equipe com exposição ao zika vírus devido a viagens ou confirmação de infecção por zika vírus não precisam ser retirados da escola. O isolamento de pessoas com doença causada pelo zika vírus ou quarentena de pessoas expostas não é recomendado nem apropriado. As escolas devem manter proteção de privacidade e não discriminação para todos os alunos e funcionários. No caso de transmissão local do zika vírus, não é necessário cancelar atividades relacionadas à escola.

Quais são as implicações para a prática de saúde pública?

As autoridades escolares, locais e de saúde pública devem trabalhar em conjunto para implementar atividades de controle de mosquitos e medidas de prevenção de picadas de mosquitos em escolas para reduzir o risco de transmissão do zika vírus, aplicar políticas adequadas para educar alunos e membros da equipe e para continuidade das operações escolares.

O CDC desenvolveu orientação provisória para os administradores de distritos e escolas de jardim de infância até a 12ª série (K-12) para ações de saúde pública relativas à infecção por zika vírus. O objetivo dessa orientação é abordar preocupações sobre o risco de infecção por zika vírus em escola K-12 no território contíguo dos Estados Unidos e no Havaí, fornecer aos distritos escolares informações para planejamento de atividades relacionadas à escola e recomendar ações que possam ser tomadas mediante consulta com as autoridades de saúde pública locais e autoridades do governo, a fim de reduzir o risco potencial de transmissão do zika vírus nas dependências da escola e entre alunos. Esta orientação fornece uma visão geral das funções e responsabilidades potenciais de autoridades de saúde pública e escolares, descreve as medidas de prevenção que as escolas podem tomar para reduzir a exposição a mosquitos, e fornece informações sobre como responder a um caso de infecção por zika vírus associada a viagens ou transmissão de zika vírus por mosquito local confirmada (Ver pontos principais). Considerações para creches, acampamentos e ambientes de educação superior também são abordadas. Esta orientação será atualizada conforme necessário quando novas informações se tornarem disponíveis. As últimas informações disponíveis sobre o zika vírus, incluindo respostas a perguntas geralmente feitas, podem ser encontradas on-line. Recursos relevantes relacionados estão sumarizados em Recursos adicionais abaixo.

Informações gerais sobre o zika vírus

Desde 2007, surtos de doenças causadas pelo zika vírus foram reportados no sul do Pacífico, e desde 2015, o zika vírus se propagou rapidamente no hemisfério ocidental.1,2 O zika vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos da espécie Aedes infectados.3 Os mosquitos são infectados quando consomem sangue de uma pessoa infectada com o vírus. Os mosquitos infectados podem então transmitir o vírus a outras pessoas por meio de picadas. A transmissão direta de humano a humano do zika vírus pode ocorrer por contato sexual e de uma gestante para o feto.4,5 A infecção com zika vírus durante a gravidez pode causar defeitos congênitos graves, inclusive microcefalia.5 O zika vírus não é transmitido diretamente de uma pessoa a outra por contato casual.

Os sinais e sintomas de infecção por zika vírus em crianças são similares aos de adultos.6 A maioria das pessoas infectadas com o zika vírus não tem sintomas; entre aqueles que adoecem, os sinais e sintomas mais comuns são febre, erupção cutânea, dor articular e conjuntivite, e geralmente ocorrem dentro de uma semana de infecção.6 A doença é geralmente leve, com sintomas que duram de vários dias a uma semana. A maioria das crianças e adultos infectados com zika vírus não adoece o suficiente para procurar cuidados médicos ou precisar de hospitalização, e morte por infecção com zika vírus é rara. Casos de síndrome de Guillain-Barré, uma condição autoimune rara manifestada por fraqueza muscular (ocasionalmente resultando em paralisia temporária), foram reportados entre pessoas que foram infectadas pelo zika vírus. 7 Não se sabe com que frequência a síndrome de Guillain-Barré ocorreu em crianças após infecção por zika vírus. Não existe atualmente nenhuma vacina ou medicamento específico para prevenir ou tratar infecção por zika vírus.

A infecção por zika vírus na infância não foi associada a atrasos de desenvolvimento ou crescimento comprometido. Como os sintomas da doença causada pelo zika vírus são similares aos sintomas de outras infecções virais que ocorrem comumente entre crianças em escolas, assim como infecções menos comuns como sarampo, é importante que os educadores permaneçam vigilantes quanto ao reconhecimento de sinais e sintomas de infecções mais facilmente transmissíveis durante o planejamento de intervenções específicas relacionadas à doença do zika vírus.

A transmissão do zika vírus por mosquito local foi relatada no território contíguo dos Estados Unidos. Entretanto, não existe evidência de que o risco de transmissão em escolas será maior do que em outras áreas da comunidade local.

Funções e responsabilidades de autoridades escolares e de saúde pública

As autoridades de saúde pública desempenham um papel fundamental na identificação do risco de exposição ao zika vírus em diferentes ambientes e no fornecimento de conselho sobre ações para reduzir o risco. As escolas, funcionando como ambientes educacionais e como empregadores, têm um papel crítico no compartilhamento de informações de autoridades de saúde pública, bem como na abordagem das preocupações e perguntas feitas pelos alunos, famílias e membros da equipe sobre o zika vírus, e na implementação de recomendações das autoridades de saúde pública para escolas em tempo hábil. Os administradores de escola devem entender as funções e responsabilidades das autoridades de saúde pública e consultá-las sobre perguntas ou problemas relacionados à infecção por zika vírus.

As autoridades de saúde pública e os distritos escolares devem estabelecer de maneira proativa e colaborativa os canais de comunicação direta e definir claramente as funções e responsabilidades de cada parceiro. Os esforços iniciais devem incluir identificação dos pontos de contato para comunicação e desenvolver protocolos para implementação de recomendações de saúde pública. As autoridades escolares, trabalhando em colaboração com as autoridades de saúde pública locais, devem revisar e assegurar conformidade com os códigos de saúde pública e as normas aplicáveis da Administração de Saúde e Segurança Ocupacional (OSHA), inclusive orientação da OSHA para proteger os trabalhadores contra exposição ocupacional ao zika vírus.10 A OSHA recomenda que os empregadores forneçam repelentes de insetos para trabalhadores que trabalham ao ar livre e considerem alterar as responsabilidades de trabalho, se solicitado pelo funcionário, de mulheres que estão grávidas ou que podem engravidar, e homens que têm uma parceira sexual que está grávida ou que pode engravidar.10

Planejamento para possível transmissão do zika vírus em escolas de ensino fundamental (K-12)

Fora de casa, crianças e adolescentes passam muito de seu tempo na escola. Portanto, os administradores de distritos e escolas desempenham um papel importante nos esforços de prevenção da transmissão do zika vírus entre alunos e suas famílias, particularmente em escolas que abrem suas instalações à comunidade para eventos, programas extracurriculares e uso recreativo.

A prevenção de picadas de mosquito por meio de um plano integrado de controle de vetores é de suma importância para evitar infecção pelo zika vírus.11 As escolas podem ajudar a reduzir o risco para alunos, famílias e a comunidade implementando medidas de controle de mosquitos em estabelecimentos escolares, como identificação e remoção de fontes de águas paradas que podem servir como locais de desova de mosquitos. Fontes comuns em estabelecimentos escolares podem incluir baldes, latas de lixo, vasos de plantas, pneus, grama alta, equipamentos de playground e espaços sob estruturas modulares temporárias. Podem ser feitos ajustes para assegurar que esses itens não se tornem locais de desova de mosquitos, incluindo regularmente limpar, virar, cobrir bem ou remover completamente (se adequado) essas fontes; eliminar reservas de água; e cortar a grama de todas as áreas com grama (inclusive áreas menos usadas e de difícil acesso como embaixo de arquibancadas). Além disso, devem-se fazer esforços para prevenir a entrada de mosquitos em salas de aula colocando telas novas ou substituindo telas danificadas em portas e janelas ou usando ar-condicionado quando disponível.

O uso de outros métodos de controle de mosquitos em uma escola ou comunidade, inclusive pulverização com inseticidas, é decidido pelas jurisdições locais e estaduais. A parceria entre saúde pública e escolas pode trabalhar com as autoridades governamentais locais para saber quais abordagens estão disponíveis e são adequadas para prevenir a transmissão de zika e de outros vírus transmitidos por mosquitos, como o vírus do Nilo Ocidental, da dengue e da chikungunya.12 Se houver sinais de que a presença de mosquitos na escola permanece alta apesar de as medidas recomendadas terem sido tomadas, inclusive a remoção de fontes de água parada, isso pode ser indicação de locais de desova não identificados. As autoridades locais de controle de mosquitos ou empreiteiros de controle de pragas devem ser contatados para facilitar a correção.

Quando possível, alunos, membros da equipe e membros da família que participam de atividades ao ar livre em áreas com atividade de mosquito devem ser avisadas para seguir as orientações de prevenção do zika vírus do CDC, inclusive usar calças compridas e camisas de mangas compridas e repelentes de insetos registrados na Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), todos eles considerados seguros para crianças em idade escolar e gestantes.13,14 As escolas devem revisar e, se necessário, atualizar suas políticas relativas à posse e aplicação de repelentes de insetos, e informar os alunos, seus prestadores de serviços e os membros da equipe sobre os planos ou políticas atualizadas. Os administradores também podem precisar considerar questões logísticas envolvidas, inclusive responsabilidade pela compra de repelentes e os processos de aplicação a grandes grupos de crianças quando necessário. As escolas devem considerar o risco de exposição potencial a doenças transmitidas por mosquitos ao planejar excursões e outras viagens patrocinadas pela escola. Embora os mosquitos que transmitem o zika vírus sejam mais ativos durante o dia, eles podem picar e transmitir infecção a qualquer momento.13 Se houver planos de viagem fora do território contíguo dos EUA e do Havaí, existe risco de exposição ao zika vírus. O website de informações de viagem do CDC inclui informações sobre a situação atual do zika vírus em países específicos.15

O zika vírus também pode ser transmitido sexualmente.4 Em âmbito nacional, 41% dos alunos em idade escolar notificaram ter tido relação sexual pelo menos uma vez.16 Portanto, educação sexual adequada para a idade deve incluir informações sobre o risco de zika vírus durante a gravidez e o potencial de transmissão sexual do zika vírus, inclusive que o uso correto e consistente de preservativos pode reduzir a probabilidade de transmissão sexual do zika vírus, de outras doenças sexualmente transmissíveis e gravidez não intencional, e que a abstinência sexual pode eliminar esses riscos.4,17

Resposta a um caso de infecção por zika vírus em escolas K-12

Ao planejar a preparação para possíveis casos de infecção por zika vírus em escolas, os educadores devem manter um ambiente de aprendizagem seguro, consistente e eficaz. Se houver suspeita ou confirmação de infecção por zika vírus em um aluno ou membro da equipe, as escolas devem continuar a priorizar estratégias para prevenir picadas de mosquitos em suas dependências a fim de evitar transmissão adicional por mosquitos infectados. Os administradores, educadores e profissionais de saúde de escolas podem disseminar informações precisas sobre o zika vírus para alunos e famílias, e evitar o estigma relacionado à percepção de risco de zika vírus para o aluno por meio de esforços como acabar com mitos e assegurar que alunos ou grupos específicos não sejam visados para exclusão social.

Caso ocorra um caso de doença do zika vírus em um aluno ou membro da equipe em uma escola K-12, a privacidade médica e a confidencialidade devem ser mantidas. Como o zika vírus não é transmitido de uma pessoa a outra por contato casual, não é necessário emitir uma notificação à escola toda, e alunos ou membros da equipe com exposição ao zika vírus devido a viagens ou confirmação de infecção por zika vírus não precisam ser retirados da escola. O isolamento de pessoas com doença causada pelo zika vírus ou quarentena de pessoas expostas não é recomendado nem apropriado. Pacientes com doença sintomática devem receber cuidados médicos adequados.

Crianças com febre ou sintomas que podem estar associados à infecção por zika vírus, inclusive erupção cutânea, conjuntivite ou dor articular devem ser controladas de acordo com as políticas de doença da escola, independentemente do potencial de infecção por zika vírus.18 Enfermeiros de escolas e outros membros da equipe devem continuar a adotar as precauções da norma da OSHA sobre patógenos transmissíveis pelo sangue.19

Resposta à transmissão do zika vírus por mosquito na área local

Se ocorrer transmissão do zika vírus por mosquito local, as jurisdições estadual e local e as autoridades de saúde pública informarão aos distritos escolares sobre o alcance das áreas afetadas, farão recomendações baseadas em casos reportados na comunidade local, e orientarão as escolas e os distritos escolares na implementação de medidas aprimoradas, se necessário.12 Isso pode incluir o fornecimento de opções, se o funcionário solicitar, para limitar funções ou atividades ao ar livre de alunas e membros da equipe que estejam grávidas, que possam estar grávidas ou que estejam tentando engravidar. Ao implementar essas medidas, as escolas devem continuar a manter proteção de privacidade e não discriminação para todos os alunos e funcionários. O teste do zika vírus pode ser oferecido a autoridades de saúde para membros da equipe e alunas que estejam grávidas e para pessoas exibindo sintomas consistentes com a doença causada pelo zika vírus.20

Os administradores de escolas, em estreita coordenação com as autoridades locais, precisarão considerar fatores locais, como clima, paisagem ou instalações escolares e seus arredores, e a proximidade da transmissão de zika vírus com a escola, para determinar as medidas adicionais a serem tomadas.12 Não é necessário suspender ou cancelar aulas (inclusive aulas de educação física), intervalos ao ar livre ou atividades ao ar livre, eventos esportivos ao ar livre ou atividades extracurriculares.

Considerações para creches, acampamentos e ambientes de educação superior também são abordadas.

Além de escolas, locais onde crianças e adolescentes se reúnem rotineiramente, como instalações para cuidados de crianças, acampamentos (incluindo acampamentos diurnos e noturnos) e instituições de educação superior (faculdades e universidades) também devem considerar estratégias para prevenção de transmissão do zika vírus. Nesses ambientes, intervenções para prevenir e preparar-se para infecção por zika vírus devem, no mínimo, ser coerentes com as recomendações para escolas K-12. Os administradores devem agir de acordo com os regulamentos relativos a questões de saúde pública relevantes a seus ambientes específicos. A Administração de Crianças e Famílias desenvolveu recursos informativos para provedores de atendimento à criança para preparação para o zika vírus21, e o CDC desenvolveu kits de comunicação sobre o zika vírus para ambientes de acampamentos diurnos e noturnos, bem como para faculdades e universidades.22 Os administradores de faculdades e universidades devem prestar atenção particular a questões relevantes para alunos dessa faixa etária, incluindo transmissão sexual, orientação para mulheres grávidas e seus parceiros do sexo masculino e avisos de viagem.

Pontos principais

  • O zika vírus é transmitido principalmente pela picada de um mosquito da espécie Aedes infectado, por contato sexual ou por uma gestante ao feto. O zika vírus não é transmitido diretamente de uma pessoa a outra por contato casual.
  • Para a maioria das crianças e adultos, a infecção por zika vírus não causa sintomas ou só causa sintomas leves.
  • A infecção por zika vírus durante a gravidez está associada a efeitos adversos na gravidez e alguns defeitos congênitos; portanto, podem ser necessárias considerações especiais para a prevenção de exposição para mulheres grávidas, mulheres tentando engravidar e seus parceiros sexuais.
  • As jurisdições escolares devem estabelecer proativamente canais de comunicação eficazes com as autoridades governamentais e de saúde pública relativamente a planos de resposta para a transmissão local da doença causada pelo zika vírus.
  • Os administradores de escolas podem ajudar a proporcionar ambientes escolares seguros por meio de esforços de prevenção de picadas de mosquitos e compartilhamento de informações precisas sobre o zika vírus com os membros da equipe, alunos e famílias.
  • Não se recomenda que as escolas removam alunos ou membros da equipe que tenham a doença causada pelo zika vírus ou que tenham sido expostos ao zika vírus nem que cancelem atividades devido a preocupações com o zika vírus.
  • Medidas de não discriminação, privacidade e confidencialidade devem ser mantidas para todos os alunos e membros da equipe.

 

Autores

Eric J. Dziuban, MD, Division of Human Development and Disability, National Center on Birth Defects and Developmental Disabilities, CDC; Jessica L. Franks, MPH, Division of Human Development and Disability, National Center on Birth Defects and Developmental Disabilities, CDC; Marvin So, MPH, Division of Human Development and Disability, National Center on Birth Defects and Developmental Disabilities, CDC; Aron J. Hall, DVM, Division of Viral Diseases, National Center for Immunization and Respiratory Diseases, CDC; Heather J. Menzies, MD, Division of Global Health Protection, Center for Global Health, CDC; Susan L. Hills, MBBS, Division of Vector-Borne Diseases, National Center for Emerging and Zoonotic Infectious Diseases, CDC; Marc Fischer, MD, Division of Vector-Borne Diseases, National Center for Emerging and Zoonotic Infectious Diseases, CDC

Reconhecimentos

American Academy of Pediatrics, Elk Grove Village, Illinois (Committee on Pediatric Emergency Medicine, Council on Environmental Health, Council on School Health, Disaster Preparedness Advisory Council); Association of State and Territorial Health Officials, Arlington, Virginia; National Association of County and City Health Officials, Washington, D.C.; National Association of School Nurses, Silver Spring, Maryland; American Federation of Teachers, Washington, D.C.; Administration for Children and Families, U.S. Department of Health and Human Services, Washington, D.C.; Amra Uzicanin, MD, Division of Global Migration and Quarantine, CDC; Lisa Barrios, DrPH, Division of Adolescent and School Health, CDC; Georgina Peacock, MD, Division of Human Development and Disability, CDC.

Autor correspondente: Eric J. Dziuban, edziuban@cdc.gov, 404-718-8394.

 

Referências

  1. Duffy MR, Chen TH, Hancock WT, et al. Zika virus outbreak on Yap Island, Federated States of Micronesia. N Engl J Med 2009;360:2536-43.
  2. CDC. Zika virus: Areas with Zika. Atlanta, GA: US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  3. CDC. Zika virus: About estimated range of Aedes aegypti and Aedes albopictus in the United States, 2016 Maps. Atlanta, GA: US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  4. Oster AM, Russell K, Stryker JE, et al. Update: Interim guidance for prevention of sexual transmission of Zika virus-United States, 2016. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2016;65:323-5.
  5. Rasmussen SA, Jamieson DJ, Honein MA, Petersen LR. Zika virus and birth defects-reviewing the evidence for causality. N Engl J Med 2016;374:1981-7.
  6. CDC. Zika virus: What parents should know about Zika. Atlanta, GA: US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  7. Cao-Lormeau VM, Blake A, Mons S, et al. Guillain-Barré syndrome outbreak associated with Zika virus infection in French Polynesia: a case-control study. Lancet 2016;387:1531-9.
  8. CDC. Zika virus disease in the United States, 2015-2016. Atlanta, GA: US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  9. Hahn MB, Eisen RJ, Eisen L, et al. Reported distribution of Aedes (Stegomyia) aegypti and Aedes (Stegomyia) albopictus in the United States, 1995–2016 (Diptera: Culicidae). J Med Entomol 2016. E-pub, 9 de junho de 2016.
  10. Occupational Safety and Health Administration. Interim guidance for protecting workers from occupational exposure to Zika virus. Washington, DC: US Department of Labor, Occupational Safety and Health Administration; 2016.
  11. CDC. Controlling mosquitoes at home. Atlanta, GA. US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  12. CDC. Draft interim CDC Zika response plan (CONUS and Hawaii): Initial response to Zika virus. Atlanta, GA: US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  13. CDC. Zika virus: Prevention. Atlanta, GA. US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  14. US Environmental Protection Agency. Find the insect repellent that is right for you. Washington, DC: US Environmental Protection Agency; 2016.
  15. CDC. Zika travel information. Atlanta, GA. US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  16. Kann L, McManus T, Harris WA, et al. Youth risk behavior surveillance-United States, 2015 [PDF – 180 páginas]. MMWR Surveill Summ 2016;65(No. SS-6).
  17. CDC. Zika virus: Pregnant women: how to protect yourself. Atlanta, GA. US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
  18.  Aronson SS, Shope T, editors. Managing infectious diseases in child care and schools. 3rd ed. Chicago, IL: American Academy of Pediatrics; 2013.
  19. Occupational Safety and Health Administration. Bloodborne pathogens and needlestick prevention. Washington, DC: US Department of Labor, Occupational Safety and Health Administration; 2016.
  20. Oduyebo T, Petersen EE, Rasmussen SA, et al. Update: interim guidelines for health care providers caring for pregnant women and women of reproductive age with possible Zika virus exposure-United States, 2016. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2016;65:122-7.
  21. Administration for Children and Families. Zika virus resources. Washington, DC: US Department of Health and Human Services, Administration for Children and Families; 2016.
  22. CDC. Zika communication toolkits. Atlanta, GA. US Department of Health and Human Services, CDC; 2016.
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