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Cuidados pós-natal

Este site é atualizado com frequência, no entanto, alguns conteúdos podem ser exibidos em inglês até que sejam traduzidos.

O teste do zika vírus é recomendado para bebês nascidos de mulheres com evidência laboratorial de infecção pelo zika vírus confirmada ou provável, independente da presença ou ausência de anormalidades fenotípicas.

A avaliação patológica de amostras de tecido fetal (ex.: placenta e cordão umbilical) é outra ferramenta de diagnóstico importante para determinar a presença da infecção materna ou congênita pelo zika vírus e pode fornecer um diagnóstico definitivo dessa infecção entre as mulheres grávidas cujos resultados sorológicos indicam infecção recente por flavivírus não especificado. Além disso, as conclusões da avaliação patológica também podem ser úteis para a avaliação de mulheres grávidas que procuram cuidados >12 semanas após o início dos sintomas ou a possível exposição.

Monitoramento clínico de gestantes com possível exposição ao zika vírus

Interpretação dos resultados laboratoriais* Monitoramento pós-natal
  • Infecção recente por zika vírus
  • Infecção recente por flavivírus; não é possível identificar o vírus específico

Nascidos vivos: o soro e a urina do bebê devem ser testados para o zika vírus por NAT para RNA, e pelos testes IgM do zika vírus e de anticorpos IgM do vírus da dengue. Se o LCR for obtido por outras razões, também pode ser testado. Recomendam-se o NAT para RNA do zika vírus e coloração IHC do cordão umbilical e placenta.

Perdas do feto: NAT para RNA do zika vírus e coloração IHC de tecidos fetais são recomendados.

  • Suspeita de infecção recente por zika vírus**
  • Suspeita de infecção recente por flavivírus**

Nascidos vivos: o soro e a urina do bebê devem ser testados para o zika vírus por NAT para RNA, e pelos testes IgM do zika vírus e de anticorpos IgM do vírus da dengue. Se o LCR for obtido por outras razões, também pode ser testado. Devem ser considerados o NAT para RNA do zika vírus e coloração IHC do cordão umbilical e placenta.

Perdas do feto: NAT para RNA do zika vírus e coloração IHC de tecidos fetais devem ser considerados.

  • Infecção recente por vírus da dengue
Monitoramento clínico de acordo com as orientações existentes.
  • Nenhuma evidência de infecção por zika vírus ou vírus da dengue

Ultrassom pré-natal para avaliar anormalidades no feto compatíveis com a síndrome congênita do zika vírus.††

Anormalidades fetais presentes: repetir NAT para RNA do zika vírus e teste IgM; basear-se no monitoramento clínico dos resultados laboratoriais correspondentes.

Anomalias fetais ausentes: cuidados obstétricos básicos para o risco contínuo de exposição ao zika vírus para a gestante.

Abreviações: LCR = líquido cefalorraquidiano; IgM = imunoglobulina M; IHC = imunoistoquímica; PRNT = teste de neutralização por redução de placas; NAT para RNA = teste de ácido nucleico para RNA

Notas

* Consulte as orientações publicadas anteriormente para a interpretação dos testes.

** Os testes rRT-PCR ou PRNT devem ser realizados para resultados de IgM positivos ou duvidosos, conforme indicado. Os resultados de PRNT que indicam infecção recente por flavivírus devem ser interpretados no contexto dos flavivírus atualmente em circulação. Consulte a orientação de laboratório para recomendações de testes atualizadas. Devido à sobreposição de sintomas e áreas em que outras doenças virais são endêmicas, avalie possíveis infecções por dengue ou chikungunya.

Consulte a orientação de patologia para coleta e envio de tecidos fetais para o teste do zika vírus para obter informações detalhadas sobre tipos de amostras recomendados.

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/44188/1/9789241547871_eng.pdf [PDF – 1,5 MB].

†† Anormalidades fetais consistentes com a síndrome congênita do zika vírus incluem microcefalia, calcificações intracranianas e anormalidades do cérebro e dos olhos.

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