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Orientações técnicas sobre classificação de país

Este site é atualizado com frequência, no entanto, alguns conteúdos podem ser exibidos em inglês até que sejam traduzidos.

Em março de 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um quadro provisório de classificação de risco geográfico baseado em vetor do zika vírus, desenvolvido em colaboração com o Centro Europeu de Controle de Doenças e o CDC. Esse quadro de classificação refina e substitui as orientações provisórias anteriores da OMS e descreve a epidemiologia da transmissão do zika para auxiliar na avaliação do risco geográfico do zika vírus. O quadro de classificação da OMS inclui quatro categorias para classificar países/territórios/áreas subnacionais pelo tipo de transmissão do zika vírus e define os critérios para cada categoria (ver tabela abaixo) e os processos pelos quais países/territórios/áreas subnacionais podem ser reclassificados de um categoria para outra. (Consulte o site da OMS)
Categoria Definição
  1. Área com nova introdução ou reintrodução com transmissão contínua
Países/territórios/áreas subnacionais com caso autóctone1 confirmado em laboratório e transmitido por vetor de infecção pelo zika vírus, em que não há evidência de circulação do vírus antes de 2015 ou em que a transmissão foi previamente interrompida, seja detectada e relatada pelo país/território/área subnacional onde a infecção ocorreu, ou por outro país ou território por diagnóstico de um viajante que retorna.
  1. Área com evidência de circulação do vírus antes de 2015 ou área com transmissão contínua que não está mais na fase nova ou de reintrodução, mas em que não há evidência de interrupção
Países/territórios/áreas subnacionais com provas laboratoriais históricas conhecidas da circulação do zika vírus antes de 2015, com base na literatura, bem como em todos os dados de vigilância do zika vírus, detectados e reportados pelo país onde a infecção ocorreu ou por outro país que informa um caso confirmado em um viajante que retorna.
  1. Área com transmissão interrompida e com potencial de transmissão futura
Existem provas históricas de que, em casos raros, a transmissão do zika vírus pode ser interrompida após a primeira introdução, mas o potencial de reintrodução permanece. Entre os critérios para possível interrupção incluem-se isolamento geográfico de populações, como ocorre em pequenas ilhas, clima temperado e/ou atividades contínuas de vigilância e controle bem-sucedidas.
  1. Área com um vetor competente estabelecido, mas nenhuma transmissão do zika vírus passada ou atual conhecida e documentada
Todos os países/territórios/áreas subnacionais em que o principal vetor competente é estabelecido, mas que não tiveram um caso documentado, autóctone e transmitido por vetor de infecção pelo zika vírus.  Esta categoria inclui um subgrupo de países/territórios/áreas subnacionais em que a transmissão do zika vírus pode ocorrer porque o país compartilha uma fronteira terrestre física e pertence à mesma zona ecológica de um país vizinho de Categoria 2 e tem evidência de transmissão durante todo o ano do vírus da dengue.

Os países/territórios/áreas subnacionais identificados como subgrupos de Categoria 1, Categoria 2 e Categoria 4 têm recomendações de viagem específicas para zika vírus. Como a infecção pelo zika vírus em uma mulher grávida pode causar defeitos congênitos graves, o CDC agora aconselha as mulheres grávidas a não viajar para qualquer área onde haja risco de infecção pelo zika vírus. Se uma mulher grávida precisa viajar, ela deve seguir rigorosamente os passos para prevenir picadas de mosquitos durante e após a viagem.

1A infecção autóctone é considerada uma infecção adquirida no país, isto é, entre os pacientes sem histórico de viagem durante o período de incubação ou que viajaram exclusivamente para áreas não afetadas durante o período de incubação.

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